CETE Participa da Audiência Pública sobre Adoção e Situação das Casas Lares em Santa Catarina…

“As condições dos processos de adoção no estado de Santa Catarina foram tema de audiência pública realizada no Auditório Antonieta de Barros da Assembleia Legislativa, na segunda-feira (7). O encontro encerrou um ciclo de sete audiências públicas regionais promovidas pela Comissão de direitos e garantias Fundamentais, de Amparo à Família e à Mulher, com apoio da campanha Adoção – Laços de Amor, para diagnosticar entraves e encaminhar soluções…”

“A promotora da Infância e da Juventude da Comarca de Florianópolis, Cristiane Maestri, informou que  “As crianças que estão em instituições há mais tempo são as mais velhas ou que possuem alguma deficiência”, atestou. Entre as dificuldades existentes, apontou que algumas instituições de acolhimento ainda não possuem psicólogo, profissional considerado essencial para fazer o acompanhamento das crianças, e há falta de vagas nas instituições da Capital para acolhimento de crianças em situação de risco…”

“A necessidade de apoio financeiro às instituições de acolhimento foi apontada pela representante do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ana Maria Blanco, que defendeu a aplicação de investimentos do Poder Executivo, nas esferas estadual e municipal, para cofinanciamento das entidades que abrigam as crianças até que os processos de adoção sejam concluídos. “Neste momento em que está em discussão o Orçamento do Estado, precisamos garantir recursos para as entidades de acolhimento.”

Audiência Pública

    O CETE foi representado pelo seu diretor Sr. Toninho Silva, que após ouvir várias falas, usou o microfone da tribuna para dar um depoimento de quem vive o dia-a-dia de uma instituição de acolhimento, ressaltando a necessidade de maior agilidade dos processos junto ao fórum, para que as crianças não demorem tanto a serem colocadas para adoção, vendo suas idades aumentarem e diminuirem os interessados pela adoção, aumentando a estatística da adoção tardia. Também mencionou o fato da falta de recursos diretamente para o sustento diário, principalmente com o pagamento de salários e encargos dos colaboradores e equipe técnica, mencionando o fato de ficarmos nas mãos de convênios públicos que anualmente são modificados de acordo com interesses dos governantes… (Leia a matéria na integra no site:http://www.portaladocao.com.br/2011/11/audiencia-publica-debate-dificuldades-nos-processos-de-adocao-na-grande-florianopolis/

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